Ansible

SkillDev tools

Create and review idempotent, secure, and testable Ansible automation with inventories, variables, roles, handlers, Vault, and controlled execution. Use for playbooks, roles, collections, inventories, ansible.cfg, or host automation; also use to review the idempotency of an existing role; do not run

Available today. Use it from your connected AI after setup.

Connect ahel once, and every AI you use reads what you have installed.

Then ask your AI: use the Ansible skill

What this skill tells your AI

The instructions your AI receives, as published by promovaweb/specsfy in specialists/specsfy-specialist-ansible/SKILL.md and read by ahel’s review.

Quando usar

  • Acionar quando o projeto tem playbooks, roles, inventory, ansible.cfg ou requirements.yml/galaxy.yml de collections.
  • Acionar também para revisar se uma automação existente é realmente idempotente antes de rodá-la contra um ambiente compartilhado.
  • Não acionar para orquestrar serviços já containerizados em cluster — usar $specsfy-specialist-docker-swarm nesse caso; Ansible aqui entra no provisionamento do host, não na orquestração de serviços do Swarm.
  • Combinar com $specsfy-specialist-delivery-engineering quando a execução do playbook é uma etapa de um pipeline de deploy.

Fluxo

  1. Em release ou deploy completo, trabalhar sob $specsfy-specialist-deploy e usar o SEMVER, a imagem e os manifestos já preparados pela orquestradora.
  2. Confirmar inventário, grupos, ambiente-alvo, método de conexão e escopo exato de hosts antes de qualquer execução com efeito.
  3. Usar ./deploy check-hosts para apresentar todos os hosts em tabela e confirmar o módulo ping antes da primeira task remota. Usar ./deploy sync-keys para adicionar somente chaves públicas ao usuário deploy, sem excluir entradas existentes do authorized_keys.
  4. Inspecionar a precedência de variáveis aplicável (ver tabela em references/standards.md) e as versões fixadas de collections e ansible-core.
  5. Modelar o estado desejado com módulos idempotentes e roles coesas, uma responsabilidade por role.
  6. Proteger secrets com Ansible Vault ou um provedor externo (lookup em cofre gerenciado); nunca em texto plano no repositório.
  7. Validar sintaxe, ansible-lint, check mode e diff sem revelar segredos no output.
  8. Testar a role em ambiente descartável e repetir a mesma execução para provar que a segunda rodada não relata changed.
  9. Aplicar em produção com serialização (serial), limites (--limit) e critério de parada (max_fail_percentage/any_errors_fatal) compatíveis com o risco da mudança.

Padrões

  • Criar um preflight separado para conferir versão do controlador, sistema do alvo, acesso ao Docker, papel de manager, login no registry, collections, imagem imutável e Docker Secrets antes do play com escrita.
  • Quando a stack usar Cloudflare Tunnel, criar cloudflare_tunnel_token a partir de vault_cloudflare_tunnel_token com no_log: true. A stack recebe somente o nome do Docker Secret.
  • Copiar manifests versionados para um diretório estável no host, validar cada um com docker stack config e publicar as stacks em ordem de dependência.
  • Após cada publicação, consultar as réplicas até atingir a convergência ou encerrar com erro após tentativas limitadas. Não concluir pelo retorno do módulo de deploy isoladamente.
  • Tratar check mode com honestidade: tasks de inspeção podem usar check_mode: false; tasks que alteram estado devem ser puladas ou suportar a simulação. O preflight precisa permanecer útil sem implantar stacks.
  • Usar FQCN (ansible.builtin.copy, não copy) e módulos declarativos, evitando shell/command sempre que existir módulo idempotente equivalente.
  • Dar nomes acionáveis a tasks e handlers (name: descreve o efeito, não o módulo); notificar handler somente quando a task realmente mudar estado.
  • Separar defaults/main.yml (configurável pelo consumidor da role), vars/main.yml (interno, não deve ser sobrescrito) e secrets (Vault ou lookup externo) em arquivos distintos.
  • Fixar collections em requirements.yml com versão e validar a matriz de compatibilidade com o ansible-core instalado antes de atualizar.
  • Usar changed_when/failed_when apenas para representar a semântica real do comando — nunca para silenciar uma falha genuína ou fingir idempotência em um shell/command que sempre relata mudança.
  • Restringir privilégio (become só na task que precisa) e usar no_log: true em qualquer task que manipule segredo, mesmo que o valor pareça inofensivo no log.
  • Não depender da ordem acidental do inventário ou da execução paralela padrão quando a task tiver efeito colateral entre hosts (ex.: um serviço que só um host por vez pode reiniciar) — usar serial e throttle explicitamente nesses casos.

Antipadrões

  • shell/command sem creates, removes ou changed_when explícito: a task relata changed toda vez, mesmo quando o estado final é idêntico — isso quebra a leitura de "o que realmente mudou" em uma execução e mascara uma automação não idempotente.
  • Handler notificado incondicionalmente (fora de uma task que só dispara notify quando changed): reinicia serviço a cada execução, inclusive quando nada mudou, criando indisponibilidade desnecessária.
  • Variável de ambiente (produção/staging) só resolvida por group_vars genérico sem revisar a precedência real: um -e na linha de comando ou uma host_vars mais específica pode silenciosamente sobrescrever o valor esperado.
  • Vault decriptado e commitado por engano, ou segredo interpolado em um debug:/log sem no_log: o segredo vaza pelo histórico do Git ou pelo output da execução, mesmo que o arquivo fonte esteja corretamente criptografado.

Validação

  • ansible-playbook --syntax-check, ansible-lint e execução em --check --diff (check mode) antes de qualquer aplicação real, confirmando que o diff não expõe segredo.
  • Duas execuções consecutivas no mesmo alvo: a segunda não deve relatar nenhuma task como changed — essa é a prova operacional de idempotência, não uma inspeção visual do código.
  • Testes de handlers (o serviço realmente reinicia quando deveria), de templates (renderização correta por ambiente) e de falha parcial (any_errors_fatal, max_fail_percentage se comportam como esperado quando um host falha no meio do batch).
  • Confirmação explícita do inventory e do --limit usados antes de qualquer mutação remota — nunca aceitar "rodar em todos os hosts" como default silencioso.
  • Não declarar uma role "idempotente" ou "segura" sem as duas execuções consecutivas e o check mode acima; a leitura do playbook não substitui a execução real contra um ambiente descartável.

Skills relacionadas

  • $specsfy-specialist-deploy coordena a automação completa do servidor; esta skill cuida das roles e do playbook Ansible.
  • $specsfy-specialist-versioning mantém SEMVER alinhado à imagem e aos manifestos transportados pela automação.
  • $specsfy-specialist-docker-swarm quando o host provisionado por Ansible entra em um cluster Swarm — Ansible prepara o node, Swarm orquestra os serviços dentro dele.
  • $specsfy-specialist-delivery-engineering quando a execução do playbook é uma etapa de pipeline com promoção entre ambientes.
  • $specsfy-specialist-application-security para revisão de gestão de segredo, rotação de credencial e hardening do host provisionado.
  • $specsfy-specialist-debian-server para preparar APT, SSH, sysctl, systemd, firewall e Docker Engine antes da automação da aplicação.

Leia references/standards.md para estrutura de roles, precedência de variáveis, idempotência, segurança operacional e comandos de teste, com fontes oficiais da documentação do Ansible.

Signals

GitHub stars
79
Forks
37
Last commit
Sep 2026
Advanced
Catalog kind
skill
Gateway key
specsfy-specialist-ansible
Source
github.com/promovaweb/specsfy